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Os avanços no controle e proteção animal em Garopaba

Atendendo a antigos apelos da comunidade, o poder público criou e sancionou em setembro lei que proíbe atos de abuso, maus-tratos e crueldade contra animais no âmbito do município.

Por RSC Portal dia em Notícias

Os avanços no controle e proteção animal em Garopaba
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O ano de 2018 vai ficar marcado por seus importantes avanços no controle e manejo da população animal na cidade.  Atendendo a antigos apelos da comunidade, o poder público criou e sancionou em setembro lei que proíbe atos de abuso, maus-tratos e crueldade contra animais no âmbito do município. E, desde o início do ano, está executando programa de controle populacional de animais de rua, com castração de cães e gatos. Apesar disso, ainda há muito por ser feito e a causa precisa do apoio da comunidade para avançar.

As duas iniciativas tem o objetivo de fornecer proteção e conscientizar a população o abandono e maus tratos dos animais, um problema de todos com grandes reflexos na saúde pública. A perspectiva nacional assusta. A Organização Mundial da Saúde (OMS) calcula que no Brasil existam mais de 30 milhões de animais nas ruas das cidades. Destes, 20 milhões são cachorros. Nos grandes centros, a estimativa da OMS é de que para cada cinco moradores, haja um cão, e 10% destes animais estão abandonados. Na região, os dados sugerem cerca de 20 mil animais em cada cidade, ainda sem estimativa de quantos são abandonados.

O desafio e a necessidade urgente de ações são confirmados pelo empresário e veterinário Walter Seidl. Atuando há 12 anos na cidade com hospital veterinário, ele percebe a maior consciência da comunidade com a questão animal. Com os tutores e proprietários, percebe um maior cuidado com uma alimentação correta e a proteção com vacinas, deixando os animais mais seguros. Já com os animais abandonados, Walter destaca o belo trabalho realizado pelos grupos de voluntários da cidade, que aumentaram muito a conscientização do problema.

Para avançar ainda mais nos próximos anos, o empresário acredita que a união da iniciativa privada tem papel fundamental. Principalmente com a falta de recursos públicos para questões básicas das cidades, como saúde pública, educação e infraestrutura, que praticamente inviabilizam ações de proteção animal. “Trabalhar a questão animal é dar mais segurança para toda a comunidade. Animais abandonadas representam um grande risco de acidentes de trânsito e transmissão de doenças. Um ambiente seguro para os animais é um ambiente seguro para as pessoas também”, explica.

E o trabalho começa cedo, desde a infância, com projetos nas escolas para sensibilizar e conscientizar sobre o não abandono e a esterilização. Um esforço conjunto, entre o segmento e a sociedade civil pode ampliar ações estratégicas, como feiras de adoção nas empresas e estímulos para a captação de recursos para castrações. “O abandono animal é consequência, não causa do problema. Já avançamos muito e hoje a comunidade sabe que esse é um problema de todos e, por isso, deve ser olhado com atenção. E aqui, como em muitos problemas do nosso país, trabalhar a consciência coletiva é a chave para maximizar nossos resultados”, explica Walter.

Com fiscalização a cargo da Secretaria Municipal de Saúde, a lei de proteção animal define como maus-tratos e crueldade contra animais as ações diretas ou indiretas, capazes de provocar privação das necessidades básicas, sofrimento físico, medo, estresse, angústia, patologias ou morte. Abandono em vias públicas, em residências fechadas ou inabitadas; agressões diretas ou indiretas de qualquer tipo, tais como: espancamento, uso de instrumentos cortante ou contundentes, uso de substancias químicas, tóxicas, escaldantes e fogo, privação de alimentos ou de alimentação adequada à espécie e confinamento, acorrentamento ou alojamento inadequado.

O controle populacional também é de responsabilidade da Secretaria de Saúde, com execução da Divisão de Controle de Zoonose. O trabalho é feito com busca e recolhimento para castração cirúrgica de 100 animais por mês, fêmeas e machos.

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