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Mulheres são minoria na Bolsa de Valores de São Paulo

58% das empresas não têm nenhuma mulher no conselho de administração

Por RSC Portal dia em Notícias

Mulheres são minoria na Bolsa de Valores de São Paulo
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Seis em cada dez empresas com ações negociadas na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) não têm nenhuma mulher em seu conselho de administração. São 424 companhias cuja cúpula decisória é 100% masculina.

As mulheres representam apenas 11% dos conselheiros nas empresas de capital aberto inscritas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O gigante sul-americano fica abaixo da média entre 15 países da região, mais a Espanha, quanto à participação de mulheres em conselhos de administração, segundo uma análise publicada nesta sexta-feira, Dia Internacional da Mulher, pela ONG mexicana Poder, em parceria com o EL PAÍS e outros 14 meios de comunicação.

Há oito homens para cada mulher sentada à mesa de um conselho de administração nas empresas brasileiras com ações em Bolsa. Nenhum dos 15 países analisados pela ONG Poder, que promove a transparência e a prestação de contas, sequer se aproxima da paridade na gestão corporativa. A Costa Rica lidera na região, com 22% de mulheres nos conselhos de administração das empresas de capital aberto, um ranking onde o México segura a lanterna, com 7%. Os 11% do Brasil o colocam na décima posição.

As firmas inscritas na CVM contam com 308 conselheiras (incluído um número notável de herdeiras) e 2.487 conselheiros homens. Não é incomum que as mulheres conciliem sua presença na cúpula de várias corporações. É o caso de 27 delas, e duas se sentam em nada menos que seis conselhos de administração.

A escassa presença de mulheres nos conselhos empresariais brasileiros choca menos quando comparada à sua presença na política. É verdade que houve uma presidenta, Dilma Rousseff (2011-2016), mas no atual Gabinete só há duas ministras entre os 22 ministros (há quatro vezes mais militares do que mulheres), e no Congresso são 15% na atual legislatura, uma participação recorde, mas ainda pequena.

A disparidade salarial diminuiu no Brasil com relação ao ano passado, segundo um estudo publicado neste 8 de março pelo IBGE. As brasileiras ganham em média 13 reais por hora, contra 14,2 dos homens. Ou seja, recebem 8,5% a menos do que eles ganham, quando um ano antes eram 11,3% a menos. Elas continuam ganhando menos que os homens de sua mesma raça, mas a diferença entre os brancos é maior (recebem 24% a menos em relação a eles) que entre os negros e pardos (20% a menos), embora o próprio IBGE observe que a menor desigualdade entre estes últimos pode estar vinculada ao fato de negros e pardos desempenharem em geral trabalhos com salários mais baixos.

 

Foto: Divulgação

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