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Vereador se sente ofendido e pede afastamento da presidente

Câmara de Vereadores de Garopaba foi palco mais uma vez de discussões acaloradas

Por RSC Portal dia em Notícias

Vereador se sente ofendido e pede afastamento da presidente
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Na sessão da última segunda-feira, 2, o tema da treta foi o pedido de abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) sobre a Taxa de Iluminação Pública. Os vereadores da oposição foram vencidos e o pedido desconsiderado pela Casa Parlamentar. Um grande público acompanhou a sessão e participou com vaias e aplausos. 



Os vereadores que votaram contra a abertura da investigação foram Luiz Bernardo/MDB, Sérgio Jacaré/MDB, Luizinho/PSB, Tati/PSD e Sid/PSD. A favor da CPI votaram Junior/PP, Guto/PP e Targino/PP. A prefeitura agendou uma Audiência Pública para o dia 13 de setembro, às 19h, no Salão Paroquial, na praça Ivo Silveira. “Espero que esses cidadãos que estão hoje aqui vaiando e os outros que escreveram críticas nas redes sociais apareçam para a discussão”, desafia o vereador Luizinho. 


Em meio às discussões, o vereador Sidiney de Souza, se sentiu ofendido pela presidente da Câmara de Vereadores, Micheline de Araújo. “Resolvi protocolar um recurso contra o ato da presidente que deveria conduzir a votação do projeto e não emitir comentários daquele nível, ferindo a honra, dignidade e a convivência naquela Casa Democrática”, diz o vereador à reportagem do Impresso Catarinense. 

O vereador Sidiney alega que a presidente falou algo sobre número de votos dos vereadores eleitos e sobre os suplentes. “As pessoas que me apoiam, meus colaboradores e família, me sugeriram a fazer algo. Então decidi entrar com essa representação pois o ato da presidente se configura como quebra de decoro parlamentar”, diz Sidiney.

Já, a presidente Micheline disse ao Impresso Catarinese que em nenhum momento da sessão houve falta de decoro de parlamentar. “Inclusive outros vereadores sim, podem ser acusados porque se exaltaram e interromperam a fala da Presidente, o que não é permitido. Teve até um que deu um empurrão no outro. Estou sofrendo perseguição por estar cumprindo meu dever que é defender os interesses da população perante o poder público”, finaliza a presidente.

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