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Um mês após a tragédia foco está nas escavações

O rompimento da barragem em Brumadinho deixou mais de 300 vítimas, entre mortos e desaparecidos

Por RSC Portal dia em Notícias

Um mês após a tragédia foco está nas escavações
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A campainha do Batalhão de Operações Aéreas, em Belo Horizonte, soou 12h37 indicando um novo chamado de socorro. Nove minutos antes, a barragem I da Vale, localizada na Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho (MG), havia se rompido.

Este foi o início de uma nova tragédia, que parecia se repetir depois do desastre ambiental ocorrido em 5 de novembro de 2015, em Mariana (MG), que deixou 19 mortos. O que não se imaginava é que esta seria ainda mais devastadora: o rompimento da barragem em Brumadinho deixou mais de 300 vítimas, entre mortos e desaparecidos.

De acordo com a Vale, a barragem I foi construída em 1976, pela Ferteco Mineração e possuía Declarações de Condição de Estabilidade emitidas pela empresa TUV SUD do Brasil, empresa internacional especializada em Geotecnia. Logo após o desastre, que pôs o país inteiro em choque, a Vale revelou não ter respostas para o que aconteceu.

O resgate das vítimas começou imediatamente e não mobilizou apenas órgãos da segurança civil. Inúmeras pessoas, que trabalhavam na Vale e moradores de áreas atingidas que se livraram da força brutal da lama, voltaram até ela para ajudar. Bombeiros de outros estados como Goiás e Rio de Janeiro se apresentaram para apoiar a missão – que prometia ser longa e, de fato, foi. Militares do Exército israelense também desembarcaram no país com 16 toneladas de equipamentos a fim de ajudar na procura as vítimas.

Além de sobrevoos e uso de cães farejadores, bombeiros contavam com sonares, equipamentos capazes de detectar a emissão de sinal de celulares e também de calor e imagens por satélite.

Hoje, um mês e três dias após a tragédia estão confirmadas 179 mortes e 131 desaparecidos. Segundo informações do Tenente-coronel Anderson Passos, o foco agora está nas escavações, que precisam ser realizadas com um bom método, além de ter tecnologia e organização.

 

Foto: Fábio Barros

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