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Santa Catarina envia agentes penitenciários para atuar na crise em Manaus

Eles já atuaram em outras crises semelhantes, em Roraima, Rio Grande do Norte e, mais recentemente, no Ceará

Por Redação do RSC dia em Notícias

Santa Catarina envia agentes penitenciários para atuar na crise em Manaus
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Um grupo de 16 agentes penitenciários de Santa Catarina viajou nesta quarta-feira (29) para Manaus. Eles devem ajudar o Departamento Penitenciário Nacional (Depen) a atuar na contenção da crise instalada nos presídios que ficam na capital do Amazonas. Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) foi usado para fazer o transporte.

Os catarinenses serão inseridos em uma força-tarefa de intervenção penitenciária. A unidade foi criada pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen) e conta com agentes de todos os estados. Eles devem atuar nas penitenciárias amazonenses por pelo menos 90 dias.

Conforme a Secretaria de Justiça e Cidadania, os agentes catarinenses possuem um treinamento especializado para atuar em situações de conflitos dentro das penitenciárias, como rebeliões, motins e outras situações.

Além do treinamento, o grupo de Santa Catarina possui experiência dentro e fora do Estado. Eles já atuaram em outras crises semelhantes, em Roraima, Rio Grande do Norte e, mais recentemente, no Ceará, por exemplo.

Dessa vez, os catarinenses devem atuar no Complexo Penitenciário Anísio Jobim (Compaj), onde aconteceram 19, das 55 mortes de presos, desde sábado (25). Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Amazonas, a principal suspeita é que os dois grupos envolvidos nas mortes tenham tido uma divergência por causa de uma política de incentivo ao trabalho dos detentos, para a redução das penas.

Crise no Amazonas

O assassinato de 55 presos em 48 horas é o novo capítulo da crise penitenciária do Amazonas. Há pouco mais de dois anos, ocorreu o maior massacre em presídios do estado, com 56 mortes, durante uma rebelião de 17 horas.

O juiz Glen Hudson Paulain Machado, titular da Vara de Execução Penal, disse que foi uma briga de poder dentro da facção Família do Norte (FDN) que ocasionou a situação. "Não se trata de rebelião, mas de disputa interna da FDN. Essa informação foi transmitida pela Seap à Vara de Execução Penal."

A Secretaria de Administração Penitenciária (Seap) informou que a maioria das mortes tinham indício de asfixia. Elas ocorreram nas seguintes unidades:

Compaj – 19 mortos
Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat) – 25 mortos
Unidade Prisional do Puraquequara (UPP) – 6 mortos
Centro de Detenção Provisória Masculino (CDPM 1) – 5 mortos
 

Com informações de NSC e G1.

Foto: Jaqueline Iensen / SJC

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