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Polícia Ambiental e Colônia Z12 cruzam os braços sobre o Ouvidor

Representantes da duas entidades foram convidados para reunião de conciliação e não apareceram

Por RSC Portal 2 dia em Notícias

Polícia Ambiental e Colônia Z12 cruzam os braços sobre o Ouvidor
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Um ofício de oito pescadores profissionais foi registrado na sexta-feira, 30 de maio, solicitando a presença da Policial Ambiental na Praia do Ouvidor na segunda-feira seguinte, às 9h, para uma tentativa de conciliação entre pescadores de diferentes ranchos. A polêmica teve início quando um grupo de pescadores do Ouvidor adquiriu uma embarcação, para pesca artesanal de tainha, documentada para pescar na Praia do Campeche, na capital. Também foram convidados para a reunião de conciliação o presidente da Colônia de Pescadores Z12 (Garopaba), o presidente da Associação de Moradores Ibiraquera-Gramense, além do patriarca e gestor de um dos Ranchos da Praia do Ouvidor. A equipe do Impresso Catarinense esteve presente e reporta os fatos.

Os meios legais para a transferência dessa embarcação para a Praia do Ouvidor estão parados, segundo funcionária do Ministério da Pesca que não quis se identificar. De acordo com ela, para esse ano seria impossível a transferência porque o Governo Federal nem escalou as equipes responsáveis. Dessa forma, os pescadores, liderados por Bruno Rodrigues da Silva, foram orientados a pedir uma declaração da Colônia de Pescadores Z12, de Garopaba, atestando que aquela nova embarcação seria usada por pescadores nativos daquela praia. “Nós vamos pescar, cobramos das autoridades que viessem fazer essa mediação, uma conciliação para que eles pescassem um dia e nós no outro, mas não vieram”, contextualiza o pescador Bruno.

Apenas os oito pescadores solicitantes e o presidente da Associação de Moradores Ibiraquera-Gramense, senhor Jovino Correia, compareceram. Nem o Comandante Paulo Roland Hern, da Polícia Ambiental, nem o presidente da Colônia de Pescadores Z12, Valmiro Agostinho do Nascimento, e tão pouco o gestor do Rancho da Praia do Ouvidor, Lédio da Silveira compareceram ou responderam o Ofício. “Estamos aqui até as 11h da manhã e as autoridades e demais convocados não vieram. Acho que a solução seria uma conciliação. Cada rancho pesca em um dia”, opina o presidente da Associação de Moradores Ibiraquera-Gramense, Jovino Rodrigues de Souza.

Outros dois pescadores também reclamam da família do senhor Lédio da Silveira. “Ele era meu amigo até o momento que comprei uma embarcação que pesca no Ouvidor há 30 anos. Comprei do seu Luís Borges, tenho toda a documentação, e eles insistem em me proibir de pescar. Eles têm 3 barcos no Portinho do Ouvidor e 2 na Vermelha. Será que não tá bom para eles”, indigna-se o pescador Danielzinho. “Nasci aqui na beira da praia, moro a menos de um quilômetro daqui. Tenho rancho ali no Portinho, mas quando fui construir só me incomodaram. Agora temos essa nova canoa e essa família volta a incomodar. Ando saindo a noite para pescar igual bandido”, desabafa Antônio Cardozo, mais conhecido por Alemão do Ouvidor.

A pesca artesanal é um patrimônio cultural catarinense que luta, às vezes literalmente, para sobreviver. Na época da tainha então, os ânimos se alteram, principalmente com os surfistas. “Inclusive, a família que controla os ranchos no Ouvidor e na Vermelha não respeita a lei da bandeira para o surf. Nessas praias todo mundo sabe que não tem surf na safra da tainha, mesmo que eles não saiam para pescar”, reclama Breno Mumbach, surfista morador da região.  

A reportagem do Impresso Catarinense seguirá tentando falar com os demais citados na reportagem e trará na próxima edição as suas respostas.

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Antônio Machado

Antônio Machado

Acho q o jornal antes de publicar algo deveria ter ouvido os dois lados principalmente quem estava sendo acusado . E deveria ter publicado na mesma edição. Era o direito de resposta. A reportagem não foi conveniente.
★★★★★DIA 07.06.19 17h39RESPONDER
N/A
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