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Mulher rejeita silêncio e denuncia agressões

Ela procurou a redação do jornal Impresso Catarinense para expor o agressor

Por RSC Portal dia em Notícias

Mulher rejeita silêncio e denuncia agressões
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A mulher, de iniciais R.U, procurou a Rede Souza de Comunicação a fim de denunciar a reincidência de agressões realizadas pelo seu ex companheiro e pai do seu filho, R.C.D.A. A última agressão ocorreu no bairro Areias da Palhocinha, em Garopaba. O caso veio a público na manhã desta segunda-feira, através da Rádio Frequência, e pôs em discussão as estatísticas da violência três dias após o Dia Internacional da Mulher.

A cada 7,2 segundos uma mulher é vítima de violência física, segundo dados do site “Relógios da Violência”, do Instituto Maria da Penha.  Cansada de ficar calada, R.U confessou ter entrado para as estatísticas há aproximadamente três anos. Além de violência física, foi vítima também de violência psicológica.

Todas as agressões foram sofridas dentro da própria residência, o que confirma os dados da pesquisa Visível e Invisível – A Vitimização de Mulheres no Brasil, que afirma: a própria casa ainda é o lugar onde as mulheres mais sofrem violência. Na última agressão sofrida, no sábado, 09, a mulher estava em casa com sua família quando o ex marido, acompanhado do seu irmão e cunhada, estiveram lá.

Segundo a denúncia da vítima, o homem, que já tinha seu nome registrado em um boletim de ocorrência por agressão, entrou na residência com a justificativa de que iria visitar seu filho e pagar algumas dívidas pendentes entre os dois. Enquanto isso, o irmão dele e a cunhada continuaram no lado de fora da casa, berrando com a vítima. Quando o ex-marido dela se retirou da casa, ela se encaminhou até o portão para fechá-lo. Neste momento, o casal que estava do lado de fora invadiu o quintal. Ambos pularam o muro, entraram na casa e destruíram alguns móveis, além de agredir fisicamente R.U na frente do filho, de 1 ano e 8 meses, e dos seus pais idosos.

A polícia foi acionada e três viaturas estiveram no local, mas apenas a apreensão do veículo que os acusados da agressão utilizaram para ir até o local foi realizada. Todos aparentavam estar embriagados, mas nada além disso pôde ser feito. “Como ele sabia que seria preso se me agredisse novamente, por culpa do boletim de ocorrência, trouxe duas outras pessoas”, diz.

Denunciar foi a alternativa que R.U encontrou para tentar evitar que outras mulheres passassem pelo mesmo que ela. “Não quero ser mais uma que silencía e fica com medo desses bandidos. Quero avisar a todas as mulheres do que eles são capazes e, assim, ser a última vítima deles”, afirmou ela ao denunciar seus agressores.

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