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Incidência de meningite em Santa Catarina dobra nos últimos quatro anos

Prevenível por meio de vacinação, meningite meningocócica já fez seis vítimas fatais no estado neste ano, de acordo com dados atualizados até 31 de julho.

Por RSC Portal dia em Notícias

Incidência de meningite em Santa Catarina dobra nos últimos quatro anos
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Causada pela bactéria Neisseria meningitidis, a meningite é uma doença grave que pode levar à morte ou deixar sequelas graves em suas vítimas. Os últimos dados epidemiológicos do estado de Santa Catarina mostram que, a partir de 2014, registrou-se um aumento na incidência da doença, passando de 0,35 casos por 100 mil habitantes para 0,61 casos por 100 mil habitantes em 2017, com aumento da letalidade, de 13% em 2013 a 23,7% em 2017.

No total, só no ano passado, 59 casos da doença foram identificados, sendo que 14 deles evoluíram para óbito. Em 2018, foram confirmados 36 casos até 31 de julho, com uma taxa de incidência de 0,51 por 100 mil habitantes e seis mortes (letalidade de 16/7%).

A bactéria Neisseria meningitidis infecta apenas humanos e apresenta classificação em 12 sorogrupos, sendo que A, B, C, Y, W e X são os responsáveis pelos casos registrados em todo o mundo. No Brasil, o sorogrupo C é o mais comum, causador do maior número de casos da doença. Mas os sorogrupos W e Y também podem circular pelo país e não devem ser ignorados, pois em países mais próximos como o Chile, o W foi responsável pela maioria dos casos em 2017.

Desta forma, a proximidade geográfica de alguns estados com essas localidades pode aumentar o risco de infecção pela bactéria. Em Santa Catarina, o sorogrupo W correspondeu a 41% dos casos no ano de 2017, o que é um indicativo de que já deve estar ocorrendo uma modificação no perfil do sorogrupo que circula na região. Os dados atualizados de 2018 (até 31 de julho), onde W foi responsável por 39% dos registros, reforçam essa tendência

A meningite meningocócica pode ser transmitida de pessoa para pessoa por contato próximo (tosse ou beijo) ou por contato prolongado, principalmente entre pessoas que moram na mesma casa. De acordo com os dados epidemiológicos do Ministério da Saúde, em 2017 foram registrados mais de 1000 casos da doença.

A melhor maneira de prevenir a doença é a vacinação. Atualmente, o Programa Nacional de Imunização (PNI) disponibiliza a vacina contra Meningite tipo C a crianças aos três e cinco meses de idade, com reforço aos 12 a 13 anos. Na rede privada é possível encontrar a vacina antimeningocócica contra os sorogrupos B e ACWY, indicada a partir dos dois meses de idade.

Fonte: Sul in Foco

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