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Homem é condenado a 11 anos de prisão por homicídio no Carnaval de 2018 em Imbituba

Réu confesso, Jonhatan matou a tiros o jovem Alexandre Benoni da Costa, de 21 anos

Por Redação do RSC dia em Notícias

Homem é condenado a 11 anos de prisão por homicídio no Carnaval de 2018 em Imbituba
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Foto: Reprodução/Na foto, Johnatan (à esquerda) e Alexandre (à direita)

Um júri realizado no último dia 1º (novembro) na Comarca de Imbituba condenou Jonhatan Andrade, de 26 anos, a 11 anos e 20 dias de prisão em regime fechado por ter cometido um homicídio ocorrido durante o Carnaval de 2018, em Imbituba. Réu confesso, Jonhatan matou a tiros o jovem Alexandre Benoni da Costa, 21 anos, no dia 13 de fevereiro do ano passado, no Bairro Ibiraquera, após um desentendimento com a vítima. 

O réu também foi condenado pela prática do crime de posse de armas de fogo e munição e suas condenações ocorreram graças à atuação do Promotor de Justiça André Ghiggi Caetano da Silva.

O crime ocorreu em frente à uma residência, na Estada Geral de Ibiraquera, próximo ao campo do Juventus, no Bairro Ibiraquera. O trabalhador da construção civil, Alexandre Benoni da Costa, morava em Araçatuba, próximo à entrada para a Praia do Rosa (Posto Alê), e teria ido de carona, de carro, até próximo da casa autor dos disparos. 
Do local onde foi deixado, Alexandre, foi sozinho até a residência onde supostamente funcionaria um ponto de tráfico, local onde estava o homem que viria a alveja-lo após um desentendimento. 
À época, o réu se entregou na Delegacia de Imbituba 15 dias depois de ter a prisão preventiva decretada pela Justiça.  Ele já possuía diversas passagens policiais e confessou ter matado Alexandre com quatro tiros, mas alegou que o fez em legítima defesa. 

Em depoimento, Jonhatan afirmou à polícia que Alexandre teria ido até sua casa, junto a um irmão, cobrar uma dívida o ameaçando de morte, dizendo “hoje vai ter gente comendo grama pela raiz”, numa referência a ser morto e enterrado.  
Natural de Florianópolis, Jonhatan estava morando em uma área apelidada de “Zeffa”, conhecida pelos pontos de tráfico próximos ao campo do Juventus, na Estada Geral de Ibiraquera, local onde o corpo de Matheus foi encontrado alvejado. Mesmo com o acusado não entrando em detalhes, suspeita-se que o desacerto teria relação ao comércio de drogas. 

Logo após o crime, a polícia apreendeu dois torrões de maconha, balanças de precisão, dinheiro vivo, três celulares e quatro munições calibre 38 na residência de Jonhatan.

Fonte: PortalAHora

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