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Governador segue sob pressão do setor produtivo

A reunião revela a preocupação do setor com o tema dos defensivos agrícolas

Por Redação do RSC dia em Notícias

Governador segue sob pressão do setor produtivo
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Foto: Divulgação

Os presidentes das principais entidades produtivas do estado voltaram a manifestar preocupação com a decisão do governador Carlos Moisés (PSL) de aumentar as alíquotas de ICMS para alguns segmentos da economia, principalmente os defensivos agrícolas, que passarão de zero para 17%, durante a primeira reunião da Frente Parlamentar em Apoio ao Comércio Varejista, na manhã desta quarta-feira (14).

Os empresários também manifestaram preocupação com a informação que a Secretaria da Fazenda deverá levar ainda dois anos para substituir o modelo atual de cupons fiscais para notas fiscais aos consumidores eletrônicas. “Empresas estão desistindo de se instalarem no estado devido ao atual modelo, que é diferente dos outros estados”, relatou o presidente da Fecomércio, Bruno Breithaupt.

O presidente da frente, deputado Valdir Cobalchini (MDB), disse que a reunião demonstrou a preocupação do setor com o tema dos defensivos agrícolas e a decisão do governo de não dialogar com o setor produtivo do estado. Os deputados Maurício Eskudlark (PL), Nilso Berlanda (PL) e Moacir Sopelsa (MDB) asseguraram que irão levar as demandas ao governo e que defenderão a abertura do diálogo com o setor para acabar com o impasse.

O diretor-executivo da Associação Catarinense de Supermercados (Acats), Antonio Carlos Poletini, alertou sobre a insegurança fiscal com o impasse dos incentivos fiscais, dizendo que produtos já estão chegando aos supermercados com preços com alíquotas a 17% e que a decisão do governo poderá ter mais impacto nas gôndolas dos supermercados. O presidente da FCDL (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas), Ivan Roberto Tauffer, também manifestou preocupação com a falta de diálogo com o governador e os incentivos fiscais.

O presidente da Fampesc (Federação das Associações de Micro e Pequenas Empresas e Empreendedores Individuais de Santa Catarina), Alcides Alves Andrade Neto, defendeu que os deputados busquem uma abertura de diálogo com o governador Carlos Moisés. Reforçou que a entidade defende a bandeira dos incentivos fiscais e que está preocupada com a decisão do governo que poderá afetar toda competitividade dos produtos catarinenses.

Já, o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo, agradeceu a solidariedade de todos os setores produtivos ao homem do campo e disse que continua defendendo o diálogo para resolver o impasse.

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