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Estado planeja unidades modulares para processar peixe

O gerente de Aquicultura e Pesca, Sérgio Winckler da Costa, lembrou a tentativa de implantação de unidades de processamento de moluscos feita em 1998 em Governador Celso Ramos, Palhoça, Bombinhas e Penha, e ponderou a dificuldade de administrar os empreendimentos

Por RSC Portal dia em Notícias

Estado planeja unidades modulares para processar peixe
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Foto: Sebrae/Divulgação

O estado de Santa Catarina planeja a implantação de unidades modulares para processamento de peixes no litoral. O anuncio foi feito durante o Seminário Técnico de Fortalecimento das Colônias de Pescadores, que aconteceu na Assembleia Legislativa na sexta-feira (25).

“Estamos trabalhando com a instalação de unidades modulares de processamento, o custo é de R$ 300 mil cada, a ideia é adquirir algumas e colocar em alguns lugares”, anunciou o gerente de Aquicultura e  Pesca, Sérgio Winckler da Costa, sem precisar, contudo, quantos módulos e os locais onde seriam instalados.

O gerente lembrou a tentativa de implantação de unidades de processamento de moluscos feita em 1998 em Governador Celso Ramos, Palhoça, Bombinhas e Penha, e ponderou a dificuldade de administrar os empreendimentos.

“Como administrar? Tem todo um gerenciamento e hoje nenhuma delas está funcionando na mão dos maricultores, estão com a iniciativa privada. Muitas vezes o pescador sabe pescar, mas não sabe vender, fazer contas, então temos de aprender um pouquinho para não errar de novo”, argumentou Winckler.

O representante da Epagri, André Luis Tortato Novaes, concordou com o gerente de Aquicultura e Pesca e reconheceu que as unidades de processamento avançaram quando o setor privado assumiu a gestão e sugeriu a parceria entre as colônias de pescadores e as industrias locais.

“O trabalho de parceria é o caminho mais simples para regularizar os empreendimentos, porque pagar para uma indústria processar pode ser mais barato que instalar uma unidade de processamento local”, avaliou Tortato.

Pescados na merenda

A professora e voluntária da Colônia Z-25, de Tijucas, Roselene Cirilo Gripa, questionou Winckler sobre a inclusão dos pescados na merenda escolar.

“O grande problema é a padronização. Joinville já tem, lá a piscicultura fornece peixes para a merenda, mas não pode ter espinho, tem de estar processado, tem de ter sido inspecionado”, explicou o gerente.

Diálogo com o governo federal

O coordenador da Câmara Setorial da Pesca e professor da Univalli, Roberto Wahrlich, informou que a Câmara estabeleceu um diálogo produtivo com o governo federal.

“A partir de 2019 as demandas que vinham sendo apresentadas passaram a ser ouvidas e não só isso: o governo federal começou a demandar a Câmara Setorial para embasar decisões federais. Estamos em uma ação de informação e, apesar da demora dos processos, temos um caminho estabelecido e interlocução no órgão responsável no governo federal”, revelou Wahrlich.

Investimentos no setor

O gerente de Aquicultura e Pesca de Santa Catarina informou que o governo oferece crédito aos pescadores artesanais de até R$ 30 mil para pagamento em cinco anos e de até R$ 15 mil para compra de equipamentos de navegação, também com cinco anos de prazo.

Além disso, o Executivo estadual destinou R$ 200 mil para Governador Celso Ramos, R$ 200 mil para Imaruí e R$ 500 mil para a implantação de uma usina de reciclagem de conchas de ostras.

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