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Conta de luz fica mais cara para 2,9 milhões de catarinenses

Tarifa de energia elétrica terá um acréscimo médio de 13,86%.

Por RSC Portal dia em Notícias

Conta de luz fica mais cara para 2,9 milhões de catarinenses
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O reajuste médio na conta de luz dos catarinenses será de 13,86%. Os percentuais foram aprovados nesta segunda-feira (13), pela diretoria da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e entram em vigor a partir da quarta-feira da próxima semana. 

A Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc) atende a 2,9 milhões de unidades consumidoras em Santa Catarina. O reajuste terá efeito médio de 15,05% para os consumidores em alta tensão e de 13,15% para os de baixa tensão.

De acordo com representantes da Celesc, impactaram no cálculo do reajuste tarifário a elevação de custo com os encargos setoriais, que tiveram variação de 21,44% entre agosto do ano passado e julho deste ano. Eles também informaram, que houve impacto também do custo da compra de energia, que sofreu variação de 11,06% no período. Esses valores representam 4,77% e 5,08% na composição do Efeito Médio de 13,86%.

O impacto na conta de luz depende da data do reajuste aprovado pela Aneel e da quantidade de cotas (volume de energia) que cada distribuidora compra das hidrelétricas. O volume de cotas de cada distribuidora representa, em média, 22,64% dos contratos de energia das concessões. A remuneração total recebida pelas usinas, de julho deste ano a junho do ano que vem, será de R$ 7,944 bilhões.

Conforme a direção da Aneel, a receita anual de geração é calculada considerando os valores do Custo da Gestão dos Ativos de Geração (GAG), acrescidos de encargos de uso e conexão, receita adicional por remuneração de investimentos em melhorias de pequeno e grande porte, investimentos em bens não reversíveis, Taxa de Fiscalização dos Serviços de Energia Elétrica, custos associados aos programas de Pesquisa e Desenvolvimento e Eficiência Energética e eventuais ajustes.

O regime de cotas foi implantado por meio da Medida Provisória nº 579, de 2012, com renovação automática das concessões de usinas hidrelétricas. Para isso, as hidrelétricas tiveram que vender energia às distribuidoras por um preço fixo, determinado pela Aneel, ao contrário de firmarem preços conforme o mercado e as realidades das instituições.

Fonte: Notisul

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